
Ao longo do tempo, os preços podem subir.
Por que isso acontece?
Por: Sandro Miranda I Arte: Freepik

Quem tem medo da inflação?
Você já deve ter ouvido alguém dizer no mercado: “Está tudo mais caro!”. Quando isso acontece com vários produtos ao mesmo tempo, chamamos de inflação. Mas de onde vem essa palavra? Inflação vem do latim inflatio, que significa inchar. Primeiro, essa palavra era usada para falar de algo que ficava estufado, como um balão cheio de ar. Depois, os economistas começaram a usar o termo para explicar quando os preços “incham”, ou seja, aumentam.
Imagine que, com dez reais, você comprava cinco balas. Se um tempo depois os preços sobem e, com os mesmos dez reais, só consegue comprar três balas, isso é inflação. O dinheiro continua igual, mas o poder de compra diminui.
Por que os preços sobem?
Uma das razões para isso é a regra da oferta e procura. Oferta é a quantidade de produtos disponíveis. Já procura é o número de pessoas querendo comprar. Exemplo: se há poucas caixas de chocolate na loja, e muita gente quer o doce, o dono pode aumentar o preço, sabendo que os clientes continuarão de olho no item. Por outro lado, se há muitas caixas sobrando, e poucas pessoas interessadas, o comerciante precisa fazer algo para vender, e, com isso, o preço pode cair.

O custo das coisas
Até chegar às prateleiras, os produtos passam por etapas, que geram despesas: plantio ou fabricação, transporte, energia elétrica, funcionários. Pense no que acontece com o pão: o trigo é plantado, depois vira farinha e vai para a padaria. Lá, o forno usa energia, e o pão é transportado ao mercado. Se o combustível aumenta, o deslocamento fica mais caro. Se a energia sobe, a padaria gasta mais. Tudo isso influencia o preço final que é repassado para nós, os consumidores finais. Olha a inflação aí!
Valorizando o que temos
A viúva de Sarepta só tinha um pouco de farinha e de azeite. Eram tempos de fome. Mesmo assim, ela confiou em Deus, e um milagre aconteceu: a farinha da panela não acabou, e o azeite da botija não secou (1 Reis 17. 8-16). Essa história ensina que, em momentos difíceis, quando parece que tudo está mais caro e falta dinheiro, aprendemos a valorizar o que temos, e, principalmente, a confiar que o Senhor pode fazer o pouco render.
Ele nunca muda
Quando aprendemos a economizar, a compartilhar e a confiar no Criador, descobrimos que a segurança não está só no dinheiro, mas também, e principalmente, na sabedoria e na provisão constante de Deus. Assim como Ele cuidou da viúva de Sarepta, continua cuidando de cada família até hoje.
