
Por: Maria Gabriela I Arte: Freepik

Soltando a voz desde os oito anos de idade, a cantora Pamela coleciona ritmos que levam a Palavra de Deus a crianças e jovens. A canção Eu adorei fez tanto sucesso que tocou até nas rádios seculares do Brasil.
Pamela também é uma mãe apaixonada pelo filho, Theo, de apenas seis aninhos. Nesta entrevista, ela falará sobre a carreira, a vida com seu pequeno e o quanto acredita no Deus que fez da sua trajetória uma linda história a ser contada.
1. Você começou a cantar com oito anos. Ficava muito nervosa na hora de subir no altar ou já se sentia em casa?
Eu ficava bem nervosa e, ao mesmo tempo, queria muito cantar. Uma curiosidade: eu sempre cantava lendo um papelzinho, para não me esquecer da letra. Com o tempo, fui pegando mais confiança e deixei o papelzinho de lado.
1. Você começou a cantar com oito anos. Ficava muito nervosa na hora de subir no altar ou já se sentia em casa?
Eu ficava bem nervosa e, ao mesmo tempo, queria muito cantar. Uma curiosidade: eu sempre cantava lendo um papelzinho, para não me esquecer da letra. Com o tempo, fui pegando mais confiança e deixei o papelzinho de lado.
2. Que dica daria para uma criança que é tímida, mas sente que tem um talento que precisa expressar?
A timidez vai diminuindo com o tempo, conforme você vai praticando o seu talento. Quanto mais eu cantava, mais ia perdendo a insegurança. Então, a prática é muito importante, não tem outro jeito.
2. Que dica daria para uma criança que é tímida, mas sente que tem um talento que precisa expressar?
A timidez vai diminuindo com o tempo, conforme você vai praticando o seu talento. Quanto mais eu cantava, mais ia perdendo a insegurança. Então, a prática é muito importante, não tem outro jeito.
3. Aos 13 anos, você já estava gravando o seu primeiro CD. Como fazia para cuidar da escola e da carreira ao mesmo tempo?
Eu só cantava aos finais de semana. A escola era prioridade! A agenda também acontecia na região onde eu morava, no interior de São Paulo. Além disso, era uma ótima aluna: sempre tirei notas boas e nunca fui reprovada.
3. Aos 13 anos, você já estava gravando o seu primeiro CD. Como fazia para cuidar da escola e da carreira ao mesmo tempo?
Eu só cantava aos finais de semana. A escola era prioridade! A agenda também acontecia na região onde eu morava, no interior de São Paulo. Além disso, era uma ótima aluna: sempre tirei notas boas e nunca fui reprovada.
4. Você já foi indicada ao Grammy por um álbum em espanhol. Foi difícil aprender a cantar em outra língua?
Foi superfácil! Eu já sabia um pouco do idioma e fui produzida por um porto-riquenho, o Ivan Santiago. Foi uma surpresa ser indicada ao Grammy em uma categoria internacional, cantando em uma língua que não é a minha. Inclusive, fui a primeira brasileira a concorrer em uma categoria em espanhol.
4. Você já foi indicada ao Grammy por um álbum em espanhol. Foi difícil aprender a cantar em outra língua?
Foi superfácil! Eu já sabia um pouco do idioma e fui produzida por um porto-riquenho, o Ivan Santiago. Foi uma surpresa ser indicada ao Grammy em uma categoria internacional, cantando em uma língua que não é a minha. Inclusive, fui a primeira brasileira a concorrer em uma categoria em espanhol.
5. Como mãe de uma criança autista, você compartilha muito sobre esse tema. O que você pode nos contar sobre isso?
Parei de cantar durante quatro anos para me dedicar ao meu filho e foi a melhor coisa que fiz. Ver a evolução dele, saber que dei o meu melhor nesse tempo, deixa meu coração em paz. Esse é um tema muito importante. A sociedade tem de estar preparada para aprender a lidar com as crianças autistas e ajudá-las. Ainda existe preconceito sobre o autismo por falta de conhecimento. Com o tempo, conforme as pessoas forem vendo exemplos e histórias de outras mães, assim como a minha, essa questão será resolvida.
5. Como mãe de uma criança autista, você compartilha muito sobre esse tema. O que você pode nos contar sobre isso?
Parei de cantar durante quatro anos para me dedicar ao meu filho e foi a melhor coisa que fiz. Ver a evolução dele, saber que dei o meu melhor nesse tempo, deixa meu coração em paz. Esse é um tema muito importante. A sociedade tem de estar preparada para aprender a lidar com as crianças autistas e ajudá-las. Ainda existe preconceito sobre o autismo por falta de conhecimento. Com o tempo, conforme as pessoas forem vendo exemplos e histórias de outras mães, assim como a minha, essa questão será resolvida.
6. Agora você está na Graça Music. Como foi realizar um novo projeto com a gravadora?
Muito legal. Estou no momento de primeiro amor. O pessoal da Graça Music é bem tranquilo. Todos me deixam bastante à vontade e me dão liberdade para produzir e criar, é tudo muito leve.
6. Agora você está na Graça Music. Como foi realizar um novo projeto com a gravadora?
Muito legal. Estou no momento de primeiro amor. O pessoal da Graça Music é bem tranquilo. Todos me deixam bastante à vontade e me dão liberdade para produzir e criar, é tudo muito leve.
7. Para finalizar: quem é você hoje?
Eu sou mulher, mãe do Theo, uma pessoa feliz, realizada. Todos os dias, encontro novos desafios, sempre começo algo novo. Estou em paz com as minhas decisões e com tudo o que Deus colocou em meu caminho. Sou grata ao Senhor pela minha história e estou ansiosa para viver o melhor dEle na minha vida, que ainda está chegando.
7. Para finalizar: quem é você hoje?
Eu sou mulher, mãe do Theo, uma pessoa feliz, realizada. Todos os dias, encontro novos desafios, sempre começo algo novo. Estou em paz com as minhas decisões e com tudo o que Deus colocou em meu caminho. Sou grata ao Senhor pela minha história e estou ansiosa para viver o melhor dEle na minha vida, que ainda está chegando.

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